Arquivo de julho \10\UTC 2011

Renovação, Qualidade de vida e Academia Já!!!

Oieee essa é uma semana de Renovação na minha vida, já há algum tempo resolvi desencanar de N coisas, de alguns medos e agora o foco sou eu… logo eu e o universo conspiram a favor da minha felicidade, para a minha qualidade de vida e é claro, das pessoas que estão ao meu redor.

Estou vivendo o meu Presente, o Passado já não é tão lembrado assim e daqui há algum tempo nem será lembrado mais, pois, sei que o meu Futuro vai depender com certeza das minhas atitudes, nada mais e nada menos, das que eu escolho: Hoje… 

Super empolgada, estou até separando algumas músicas que me ajudem a ficar cada vez mais animada e feliz para malhar como a do Black Eyed Peas – Don’t Stop The Party, já posso até ouvir o famoso: Vamosss Lááááá, Não Para NãoOoO… Don’t, Don’t, Don’t Stop, Stop, Stop…  Don’t Stop The Party…Huahauhauhauhau

 Vou pesquisar sobre algumas dicas referente a Qualidade de Vida e quero Postar aqui também!!!

 BeijinhosS & BeijõesS,

Sue 😉

Será que você é responsável por aquilo que cativa?

 

Um dia li a seguinte frase:

– Ninguém é responsável por aquilo que cativa, logo, ninguém deve ser responsabilizado dessa forma.

E fiquei pensando…  Ok!  Você deve ter total controle por sua vida e não responsabilizar ninguém se algo não der certo, assim como no trecho da música: Rosas, da Ana Carolina, que é mais ou menos assim:

” Cada um tem meia culpa e vá cuidar do seu”

Mas como aconteceu esse Cativar??

Alguém acordou um belo dia e começou a gostar de você do nada??

ou

O outro começou a gostar, porque você e bem ciente do que estava fazendo, mostrou a cada dia, com palavras, gestos, ações, que era uma pessoa especial, que valia a pena (ou fingiu) e dessa forma fez com que começassem a te ver com outros olhos?

E será que dessa segunda forma ninguém é mesmo responsável por aquilo que cativa?

Alguém simplesmente chega na sua vida e finge ser uma pessoa que não é (na verdade é um ator nato) monta um futuro maravilhoso, aparenta ser carinhoso, todo certinho, fala que nuuunca traiu na vida, é compreensivo, aceita tudo, faz você acreditar que é a exceção das exceções e de repenteee e não mais do que de repente, depois que você já  descobriu todas as mentiras, todas as traições, todas as formas possíveis e imagináveis de um ser humano ser desprezível, a pessoa em uma única frase, mais normal do mundo escreve (para deixar a sua marca da maldade, lógico):

“Ninguém é responsável por aquilo que cativa”

Agora vem cá e se acontecesse isso, com alguém muito próximo e especial da sua vida. Um rapaz faz isso… por exemploo: Com a sua Irmã…. é.. aquela pessoinha que você mais ama e quer proteger ou com a sua prima que mais parece uma irmã ou até mesmo com aquela sua amiga que você não consegue viver sem.

O que você pensaria??

Será que essa frase, magnífica, vinda dessa pessoa totalmente “intelectual” é válida nesses casos??

Eu acredito que uma pessoa só não é responsável por esse tal de Cativar quando não fez absolutamente NADA para que isso acontecesse, mas se foi feito sim, “N” coisas, é porque esse responsável ou irresponsável, não sabe o que significa na PRÁTICA o que é ter Caráter, Honestidade, Sinceridade, o que é ter Sentimentos verdadeiros (e não só com os outros, mas até mesmo com eles, deve ser uma forma de se alto enganar) porque vivem uma enorme farsa e com isso pouco se importam com a dor que causaram ou ainda vão causar, acreditam fielmente nas mentiras que contam e acreditam que quem está ao redor não percebe.

Como diria um grande amigo: quem pensa assim é o mesmo que pegar um carro, dirigir em alta velocidade e sair atropelando sem a menor dó: Mães, Pais, Filhos que andavam felizes em uma calçada qualquer e depois falam: Ah!!! eles morreram? Nãooo, Eu não sou responsável pelo o que aconteceu.

Concluindo graças ao universo, para a nossa sorte ou não rs existe a Lei do Retorno, que diz que tudo na vida realmente tem uma causa e efeito, logo, o que você faz de bom ou mal, uma hora ou outra vai ter um efeito Bumerangue em sua vida e talvez somente neste dia, esse ser humano (se é que podemos chamar assim) quando receber o retorno de toda a sua maldade, poderá parar e pensar: Que é Responsável SIM!!! por aquilo que cativa, pela a dor que causa e pelo sentimento alheio.

Post feito já há algum tempo, que eu precisava divulgar ou desabafar,

BeijinhosS & BeijõesS,

Sue 😉

Pudimmm

 

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Um só. Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

 

O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano. A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.  Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo. Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai. Tantos deveres, tanta preocupação em ‘acertar’, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação… Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão… Às vezes dá vontade de fazer tudo ‘errado’. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos. Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
 
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: ‘Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora’… Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado. Um dia a gente cria juízo.
Um dia. Não tem que ser agora. Por isso, garçom, por favor, me traga: um pudim inteiro um sofá pra eu ver 10 episódios do ‘Law and Order’, uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . “

 

Martha Medeiros

Bye Bye

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros